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Anunciado com estardalhaço pela imprensa (foi capa da Veja) como a mais nova promessa de redução da gordura abdominal, o rimonabanto não foi aprovado para uso nos Estados Unidos.
Os estudos apontam que o uso do medicamento dobra as chances de desenvolver ou desencadear distúrbios psiquiátricos, especialmente suicídio, distúrbios depressivos, ansiedade e eventos neurológicos como convulsões.
No Brasil, o rimonabanto já foi liberado pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A ANVISA, ao contrário da FDA - o órgão regulador de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, considerou o medicamento seguro.
Uma alternativa para o controle de peso corporal sem o uso de medicamentos de alto índice de efeitos colaterais pode ser conhecida em meu site, clicando aqui.
Cyro Masci - www.masci.com.br
A chance de desenvolver trombose venosa profunda dobra após quatro horas seguidas de viagem, segundo informação da World Health Organization (WHO). O estudo realizado estimou que um em cada 6 mil passageiros de percursos de longa distância corre este risco.
A trombose venosa profunda nas viagens ocorre em consequência da falta movimentos nas pernas. Sem as contrações musculares regulares, o sangue começa a se “empoçar” nas pernas e cria condições para a formação de coágulos ou trombos no sistema venoso profundo. A trombose pode não ter sintomas ou causar dor na panturrilha (batata da perna) e edema (inchaço) nas áreas afetadas.
Há um maior risco de tromboembolismo venoso durante viagens em que os passageiros ficam sentados e imóveis por mais de quatro horas seguidas, não importando o meio de transporte: carro, avião, ônibus ou trem.
Pessoas altas que viajam com as pernas apertadas entre poltronas ou bancos e pessoas muito baixas que não apóiam os pés no chão estão particularmente vulneráveis a desenvolver coágulos, os quais estão associados à imobilidade durante o trajeto.
Obesos, mulheres que usam pílulas anticoncepcionais e portadores de desordens de coagulação também são mais susceptíveis, assim como os que viajam com freqüência e os que fazem viagens cujo trajeto é longo.
Cerca de 2 bilhões de pessoas viajam de avião a cada ano e muito mais viaja por via terrestre por períodos prolongados. Especialistas dizem que a prevalência de trombose é relativamente baixa - um em cada 6 mil, incluindo os com pequenos coágulos ou com trombose assintomática. Isto significa que, em média, uma pessoa é afetada a cada 20 vôos de longa distância carregando 300 passageiros.
Para reduzir esse risco, é necessário que os passageiros exercitem os músculos das panturilhas durante as viagens, movimentando os pés e os joelhos de cima para baixo e de baixo para cima, saindo de seus assentos por alguns minutos, quando possível. Também é importante evitar medicamentos para dormir, álcool em excesso e o uso de roupas apertadas que atrapalham a circulação.
Cyro Masci - www.masci.com.br
Estudo publicado no Journal of Affective Disorders relata que, por ser rico em ácidos graxos ômega 3, o consumo diário de uma colher de óleo de fígado de bacalhau pode reduzir sintomas de depressão e ansiedade. O trabalho também sugere que as pessoas que consomem o óleo de fígado de bacalhau por mais tempo ficam menos deprimidas.
Foram usados dados do estudo “The Hordaland Health Study ‘97–'99” (HUSK), realizado na Noruega com 21.835 pessoas com idade entre 40–49 e 70–74 anos. Os sintomas de depressão e ansiedade foram avaliados pela escala “Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS)”.
Os usuários de óleo de fígado de bacalhau tinham uma possibilidade significativamente menor de apresentar sintomas depressivos do que os que não usavam o produto, depois de ajustes para fatores que podem confundir os resultados, como idade, sexo, hábito de fumar, consumo de café, consumo de álcool, atividade física e educação.
Entre os participantes do estudo, 8,9% consumiam óleo de fígado de bacalhau diariamente. Sintomas depressivos atingiram 2,5% dos usuários de óleo de fígado de bacalhau, comparados a 3,8% no resto da população. Além disso, a prevalência de altos níveis de sintomas depressivos diminuía com o aumento na duração (0-12 meses) do uso de óleo de fígado de bacalhau. Esta última associação só foi estudada na população com idade entre 40 a 46 anos.
Vários óleos de peixe são utilizados como fonte de ômega 3, e essa é uma fonte comum em varios países do mundo, especialmente na Noruega, aonde foi realizado o estudo.
No Brasil, dispomos do óleo de linhaça, uma excelente fonte de ômega 3, de origem vegetal e sem riscos de contaminhação por mercúrio, infelizmente comum em peixes.
Se você mora no Brasil, considere complementar sua alimentação com óleo de linhaça. Ele pode ser encontrado em cápsulas, ou você pode moer as sementes e ingerir junto com a alimentação habitual.
Cyro Masci - www.masci.com.br