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Atletas deveriam cuidar bem de sua saúde, mas não é bem isso que acontece. Notícia no O Estado de São Paulo mostra que um levantamento com pré-classificados para os Jogos Pan-Americanos mostra que mais de 40 % nunca foi submetido a uma bateria completa de exames preventivos e de detecção precoce.
Além disso, cerca 15 % dos atletas brasileiros no Pan não se alimenta corretamente, alguns por exemplo relatam que comem carne no café da manhã, almoço e jantar, para "ganhar força", quando na verdade carne em excesso só sobrecarrega o organismo.
Algumas mulheres, além do descuido com a saúde, não estão tomando cuidado com o cíclo menstrual, que deveria ser regulado para que a atleta não estivesse menstruada exatamente no dia da competição.
Não é à toa que um estudo do Comitê Olímpico Internacional (COI) mostra que 28 atletas de até 35 anos morrem, em média, por ano no mundo. O levantamento foi feito nos últimos 38 anos, em que mais de 1.100 morreram.
A contribuição da medicina ortomolecular na área esportiva é decisiva, ao controlar as deficiências de nutrientes, adequando vitaminas, minerais e aminoácidos à necessidade de cada atleta. Mas é preciso, claro, que o atleta profissional ou amador, esteja consciente da necessidade de controle médico e tome a iniciativa de cuidar bem de sua própria saúde.
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