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Artigo de revisão, publicado na revista médica The Lancet, afirma que a Echinaceae pode reduzir a chance de pegar um resfriado em 58% e a duração do resfriado em 1,4 dias.
A Echinacea é uma planta nativa da América do Norte e a ela são atribuídas propriedades estimuladoras de imunidade. Seu extrato é usado na profilaxia e tratamento complementar de infecções respiratórias, como gripe, resfriado comum, faringite, rinite e sinusite. O medicamento, no entanto, só deve ser usado mediante prescrição médica.
O Dr. Craig e colaboradores da Universidade de Connecticut (University of Connecticut School of Pharmacy), nos EUA, dizem que o mecanismo de ação subjacente aos efeitos imunoestimulantes atribuídos à planta permanece não esclarecido. Eles acreditam que três substâncias presentes na Echinaceae - alcamidas, ácido chicórico e polissacarídeos - podem induzir a um aumento da imunidade, mas desconhecem o verdadeiro mecanismo de ação.
Em testes nos quais os pacientes eram inoculados diretamente com o rinovírus (um dos vírus causadores do resfriado comum) o consumo da planta conseguiu reduzir a incidência do desenvolvimento da doença em 35%.
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É próprio da medicina ortomolecular a utilização de suplementos alimentares para prevenir doenças ou minorar os danos das enfermidades. Entre essas substâncias, o Omega 3 vem recebendo muita atenção.
Dois novos estudos mostram usa importância. No primeiro deles, em inglês clique aqui, mostra que a ingestão rotineira do Omega 3 é capaz de prevenir doenças da retina, inclusive em pacientes diabéticos. A importância é inegável, já que esse tipo de problema é uma das maiores causas de cegueira.
Já um segundo trabalho, em inglês clique aqui, acompanhou 4680 homens e mulheres com idade entre 40 e 59 anos residindo no Japão, China, Inglaterra e Estados Unidos. Todos relataram detalhes de sua dieta e consumo de álcool, tiveram amostras de urina colhidas e sua pressão arterial medida por 2 vezes em cada uma das 4 visitas que receberam durante o estudo.
Ao avaliar os resultados, os pesquisadores fizeram os ajustes necessários com 17 variáveis que podem influenciar a pressão arterial como idade, sexo, peso corporal, ingestão de sal e exercícios físicos. As pessoas que tinham uma dieta rica em ômega 3 apresentavam, em média, pressão arterial mais baixa que aquelas pessoas que ingeriam uma dieta pobre deste nutriente.
Cada vez mais a medicina convencional adota o que médicos ortomoleculares afirmam há anos: somos seres químicos, e a ingestão controlada de nutrientes pode promover a saúde e dificultar o aparecimento de doenças.
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Pesquisadores mostraram, em trabalho publicado no jornal Nutrition, Metabolism & Cardiovascular Diseases, clique aqui, que uma dieta rica em cereais está relacionada à redução do risco de uma pessoa sofrer eventos cardiovasculares como infarto e derrame.
Adultos que ingerem 2,5 porções de cereais por dia têm, em média, um quarto a menos de chance de desenvolver doença cardiovascular em relação àqueles que raramente consomem grãos integrais.
Os autores revisaram sete trabalhos científicos, e a conclusão mostrou que uma maior ingestão de cereais está significativamente ligada a um menor risco de doenças do coração e derrame. Isto também é verdade quando outros fatores como o restante da dieta, exercícios físicos, peso e hábito de fumar são levados em conta.
Grãos integrais/cereais contêm grande quantidade de fibras alimentares, nutrientes, vitaminas e minerais importantes como vitaminas B, vitamina E e selênio. Aveia, cevada, arroz integral, quinua entre outros cereais beneficiam o coração de várias maneiras: ajudam a reduzir o colesterol, a glicemia e os níveis de insulina, assim como melhoram o funcionamento dos vasos e reduzem inflamação no sistema circulatório.
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Exagerar na dose de um creme para espinhas, entupir o cabelo de condicionador e passar horas num banho cujas temperaturas se assemelham às do Saara são alguns dos erros mais comuns no cotidiano dos brasileiros quando se trata de cuidados com a aparência.
Confira uma lista parcial dos enganos mais comuns:
1 HORA DO BANHO
Erro comum: colocar a temperatura nas alturas. Ficar muito tempo sob uma ducha d´água a mais de 38 graus Celsius tem como efeitos (indesejáveis) uma exagerada dilatação dos poros e o desaparecimento da camada de gordura que protege a pele. O resultado é que ela passa a absorver mais sabão e água – e por essa razão está mais propensa a ressecar. Sem a proteção natural, a pele se torna também mais suscetível a doenças.
O que dizem os especialistas: se não conseguir enfrentar um banho morno, evite permanecer por mais de quinze minutos debaixo de água tão quente
Sugestão para o inverno: depois de uma ducha pelando, não deixe de passar um poderoso creme hidratante no rosto e no corpo.
2 COMBATE ÀS ESPINHAS
Erro comum: abusar na quantidade de cremes que prometem secar a espinha. Mal o creme é absorvido pela pele, já se põe nova camada sobre o ponto inflamado. A ansiedade só atrapalha: como a maioria desses produtos é rica em ácidos, o excesso pode irritar a pele – e piorar a situação.
O que dizem os especialistas: siga com disciplina as instruções da bula. Cremes desse tipo pedem, em geral, duas aplicações ao dia.
Sugestão para o inverno: caso o problema persista, avente, junto com o dermatologista, a possibilidade de submeter-se a um tratamento mais invasivo, como a fototerapia (para eliminar a bactéria que causa acne). Trata-se da melhor fase do ano para isso, uma vez que a pele costuma ficar menos exposta ao sol
3 O PESCOÇO
Erro comum: deixar o pescoço de lado quando passar cremes no rosto e no corpo
O que dizem os especialistas: a pele do pescoço é tão sensível quanto a do rosto, portanto é também alvo de pintas, manchas e flacidez – aplique nela o mesmo arsenal de cremes que já usa no rosto
Sugestão para o inverno: como a pele está mais ressecada, nunca deixe o pescoço sem uma camada de hidratante
4 A TÉCNICA DO PERFUME
Erro comum: passar perfume depois de vestir a roupa. O contato com o tecido pode produzir dois efeitos desagradáveis: alterações na fragrância e manchas na roupa
O que dizem os especialistas: seja cirúrgico ao aplicar perfumes. Basta pingar algumas gotas nas regiões do corpo menos expostas ao sol, como orelhas, nuca e pulsos. A maioria das fórmulas se vale da essência de bergamota (tipo de pêra) – fixadora da fragrância na pele, ela pode também manchá-la no contato com o sol. Um detalhe: é bom evitar esfregar os pulsos para espalhar o líquido – garantem os peritos que esse movimento leva à quebra das moléculas do perfume e pode distorcer suas "notas aromáticas"
Sugestão para o inverno: como se transpira menos, é um bom momento para aromas mais adocicados e densos. Mesclados ao suor típico do verão, eles definitivamente perdem a graça
5 CABELOS LAVADOS
Erro comum: começar a lavar os cabelos pela raiz. O método favorece o acúmulo de resíduos de xampu e condicionador no couro cabeludo – o que pode levar ao aumento da oleosidade e ao aparecimento de caspas
O que dizem os especialistas: a aplicação do xampu e do creme precisa concentrar-se naquela metade dos fios mais distante do couro cabeludo – até as pontas. Só então, mais diluídos, os produtos em questão devem tomar contato com a raiz. A única exceção a essa lógica vale para cabelos excessivamente secos e danificados, que pedem dose extra de xampu e condicionador
Sugestão para o inverno: como o cabelo fica mais oleoso nesta estação do ano, é bom caprichar no enxágüe – e eventualmente optar por um xampu capaz de reduzir a oleosidade dos fios.
6 BOLSAS NOS OLHOS
Erro comum: aplicar, no entorno dos olhos, hidratantes ou cremes antienvelhecimento específicos para essa região do rosto, na tentativa de suavizar as bolsas. Só piora o problema. A hidratação faz aumentar o suprimento de água na área dos olhos – e as bolsas crescem.
O que dizem os especialistas: use apenas cremes especializados no combate às bolsas. Ou recorra a receitas caseiras de bom resultado, como algodão embebido em chá de camomila gelado. Basta repousá-lo por dez minutos sobre os olhos para atenuar as bolsas.
Sugestão para o inverno: nos meses mais frios do ano, a região dos olhos fica ainda mais seca do que já é normalmente – vale a pena investir num creme com alto poder hidratante.
Fonte: revista Veja
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Atletas deveriam cuidar bem de sua saúde, mas não é bem isso que acontece. Notícia no O Estado de São Paulo mostra que um levantamento com pré-classificados para os Jogos Pan-Americanos mostra que mais de 40 % nunca foi submetido a uma bateria completa de exames preventivos e de detecção precoce.
Além disso, cerca 15 % dos atletas brasileiros no Pan não se alimenta corretamente, alguns por exemplo relatam que comem carne no café da manhã, almoço e jantar, para "ganhar força", quando na verdade carne em excesso só sobrecarrega o organismo.
Algumas mulheres, além do descuido com a saúde, não estão tomando cuidado com o cíclo menstrual, que deveria ser regulado para que a atleta não estivesse menstruada exatamente no dia da competição.
Não é à toa que um estudo do Comitê Olímpico Internacional (COI) mostra que 28 atletas de até 35 anos morrem, em média, por ano no mundo. O levantamento foi feito nos últimos 38 anos, em que mais de 1.100 morreram.
A contribuição da medicina ortomolecular na área esportiva é decisiva, ao controlar as deficiências de nutrientes, adequando vitaminas, minerais e aminoácidos à necessidade de cada atleta. Mas é preciso, claro, que o atleta profissional ou amador, esteja consciente da necessidade de controle médico e tome a iniciativa de cuidar bem de sua própria saúde.
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